Quem trabalha com brindes personalizados sente a demanda no dia a dia: mais pedidos de orçamento, prazos mais curtos e clientes que comparam três fornecedores antes de responder. Os números do setor confirmam essa percepção, e ajudam a entender onde está a oportunidade.
Quanto o setor movimenta
Segundo a pesquisa Setor Brindeiro no Brasil 2024, divulgada pela imprensa especializada, o mercado brasileiro de brindes corporativos registrou R$ 3,1 bilhões em receita bruta em 2024. Isso equivale a cerca de 2,5% do mercado mundial, estimado em US$ 21,6 bilhões pela associação internacional de produtos promocionais.
Reportagens do setor também citam crescimento de dois dígitos ao ano desde a pandemia, puxado por kits de boas-vindas para novos colaboradores (onboarding) e pelo mercado digital, em que criadores de conteúdo enviam mimos a clientes e convidados.
O que as empresas estão pedindo
- Personalização que transmita a identidade da marca. O brinde genérico perdeu espaço para o produto que gera uma experiência positiva.
- Agilidade na entrega. O prazo passou a pesar na escolha do fornecedor tanto quanto o preço.
- Sustentabilidade. Itens duráveis e reutilizáveis, como ecobags e garrafas, ganham espaço por reforçarem valores ambientais e a imagem institucional.
- Valor agregado na gravação. O bordado, por exemplo, aparece como diferencial em camisetas, bonés e acessórios.
Um relatório citado na imprensa aponta ainda que garrafas e copos térmicos respondem por cerca de 16% da produção de brindes no país, o que ajuda a explicar a quantidade de pedidos desse tipo de produto.
Por que o brinde funciona
Pesquisas da associação internacional PPAI, reproduzidas em reportagens, indicam que 83% dos consumidores gostam de receber brindes corporativos e que 48% afirmam que provavelmente fariam negócio com a marca depois de receber um produto promocional de qualidade. Para quem vende brindes, o argumento é forte: o produto que você entrega é uma ferramenta de relacionamento do seu cliente.
O que isso muda na operação
Mais demanda com prazo curto significa mais orçamentos por dia e menos tempo para cada um. A empresa que ganha é a que responde rápido, com preço correto e sem perder pedido no meio do caminho. Na prática, isso exige três coisas:
- orçamento calculado por fórmula, e não de cabeça, para não vender com margem errada;
- um CRM em que todo atendimento tenha dono e próxima ação;
- visibilidade do pedido, do fornecedor à entrega, para cumprir o prazo prometido.
Em resumo
O mercado cresce e o cliente está mais exigente com personalização e prazo. A diferença entre crescer com margem e crescer com retrabalho está no processo, e é nele que um sistema de gestão feito para brindes faz diferença.
Fontes consultadas
- ABC da Comunicação: mercado de brindes corporativos mantém ritmo de crescimento no Brasil e no mundo
- Jovem Pan: por que os brindes personalizados nunca saem de moda
Dados de terceiros consultados em outubro de 2026. Os exemplos de cálculo são hipotéticos e não substituem a orientação de um contador.